sexta-feira, dezembro 30, 2011
quarta-feira, dezembro 21, 2011
Benfica!
“É preciso sair do país para enxergar o prestígio e o tamanhão do
Benfica em todo o mundo. Estive três anos em França, no Marselha, joguei
num estádio fantástico, o Vélodrome, convivi com grande jogadores como
Papin e Waddle, mas o Benfica estará sempre no meu pensamento.
Os meus companheiros de equipa não percebiam muito o meu entusiasmo pelo
clube, já que sabiam pouco do futebol português, embora reconhecendo o tremendo historial do Benfica.
Durante os primeiros tempos tive de aturar os comentários de Papin, logo desde o inicio, sempre que jogávamos em casa.
Uns dias antes de cada jogo, o Papin chegava para mim e me dizia:
“Mozer, vais ver o que é um estádio cheio e um ambiente terrível.”
Terrível para os outros. Não sei se o se o Papin dizia isso para me intimidar, já que era novo no clube e não percebia muito daquela conversa.
Mas para mim, sempre pensava: “Este cara precisava de jogar no Maracanã ou no estádio da Luz, cheios.” Era o que eu pensava.
Até que, na taça dos campeões, nas meias-finais, o Benfica calhou no caminho do Marselha. Fiquei, ao início, desgostoso, porque ia defrontar o meu Benfica, o clube que os meus companheiros sabiam que eu adorava. Me lembro de Sauzée, o meu zagueiro do lado me ter perguntado: “Você vai estar em condições de jogar contra o Benfica?”
Aí, senti que beliscavam o meu profissionalismo. Nos dois, jogos joguei a duzentos por cento.
Depois do primeiro jogo, em Marselha, uns dias antes de jogarmos na Luz, virei para o Papin e lhe perguntei: ” Papin, voçê quer mesmo ver o que é um estádio cheio, com 120 mil a gritar todos para o mesmo lado?” Engraçada a reacção do Papin: “Voçê, está querendo me meter medo, Mozer?”
Não estava não e por isso lhe disse para esperar para ver. E já agora, tremer.
Pois bem, chegou o dia, chegámos no estádio da Luz e fomos logo indo para os balneários. Muitos risos, muita convicção de que íamos jogar a final da Copa dos Campeões. Lembro até que Tapie disse aos jornalistas franceses que lhe podiam chamar de Bernardette se o marselha perdesse a eliminatória.
Antes de subirmos ao relvado, para o aquecimento, Papin ainda troçou de mim, dizendo que estava já “tremendo de medo”. E ria-se bastante.
Os jogadores foram saindo do balneário e eu atrasei um pouco, porque estava colocando uma ligadura no tornozelo.
Quando cheguei perto do túnel de acesso ao estádio, começo a ver os meus companheiros, compeletamente assustados e todos do lado de dentro, não querendo entrar.
Só depois percebi que, nessa altura o Eusébio foi chamado ao relvado para receber uma homenagem e foi aí que o estádio quase vinha abaixo. Logo no momento em que os meus companheiros do Marselha se preparavam para entrar.
Claro que voltaram atrás assustados e me perguntado: “O que era aquilo?”.
Aquilo respondi eu, é o INFERNO DA LUZ. Aí todos me começaram a me dizer para ser eu o primeiro a avançar, subi as escadas, entrei no relvado, não fui mal recebido e quando olhei para trás, estava sózinho. Espreitando, àsaida da escadaria estavam alguns dos meus companheiros do marselha, ainda com um olhar de medo e só nessa altura começaram a entrar.
No regresso às cabinas, perguntei a Papin: “Já sabes agora o que é um estádio cheio e um grande ambiente?”
A resposta, nunca mais a esqueci: “Mozer, nunca vi uma coisa destas. Tudo isto é incrível. Sempre tiveste razão, o Benfica é ENORME!”
Naquela noite, o Marselha perdeu, fiquei triste mas senti orgulho pelo Benfica. E já agora, naquele balneário, fui o único a ter uma vitória.
Foi uma vitória moral, sobre aqueles que não acreditavam na grandeza do Benfica.”
José Carlos Mozer.
Os meus companheiros de equipa não percebiam muito o meu entusiasmo pelo
clube, já que sabiam pouco do futebol português, embora reconhecendo o tremendo historial do Benfica.
Durante os primeiros tempos tive de aturar os comentários de Papin, logo desde o inicio, sempre que jogávamos em casa.
Uns dias antes de cada jogo, o Papin chegava para mim e me dizia:
“Mozer, vais ver o que é um estádio cheio e um ambiente terrível.”
Terrível para os outros. Não sei se o se o Papin dizia isso para me intimidar, já que era novo no clube e não percebia muito daquela conversa.
Mas para mim, sempre pensava: “Este cara precisava de jogar no Maracanã ou no estádio da Luz, cheios.” Era o que eu pensava.
Até que, na taça dos campeões, nas meias-finais, o Benfica calhou no caminho do Marselha. Fiquei, ao início, desgostoso, porque ia defrontar o meu Benfica, o clube que os meus companheiros sabiam que eu adorava. Me lembro de Sauzée, o meu zagueiro do lado me ter perguntado: “Você vai estar em condições de jogar contra o Benfica?”
Aí, senti que beliscavam o meu profissionalismo. Nos dois, jogos joguei a duzentos por cento.
Depois do primeiro jogo, em Marselha, uns dias antes de jogarmos na Luz, virei para o Papin e lhe perguntei: ” Papin, voçê quer mesmo ver o que é um estádio cheio, com 120 mil a gritar todos para o mesmo lado?” Engraçada a reacção do Papin: “Voçê, está querendo me meter medo, Mozer?”
Não estava não e por isso lhe disse para esperar para ver. E já agora, tremer.
Pois bem, chegou o dia, chegámos no estádio da Luz e fomos logo indo para os balneários. Muitos risos, muita convicção de que íamos jogar a final da Copa dos Campeões. Lembro até que Tapie disse aos jornalistas franceses que lhe podiam chamar de Bernardette se o marselha perdesse a eliminatória.
Antes de subirmos ao relvado, para o aquecimento, Papin ainda troçou de mim, dizendo que estava já “tremendo de medo”. E ria-se bastante.
Os jogadores foram saindo do balneário e eu atrasei um pouco, porque estava colocando uma ligadura no tornozelo.
Quando cheguei perto do túnel de acesso ao estádio, começo a ver os meus companheiros, compeletamente assustados e todos do lado de dentro, não querendo entrar.
Só depois percebi que, nessa altura o Eusébio foi chamado ao relvado para receber uma homenagem e foi aí que o estádio quase vinha abaixo. Logo no momento em que os meus companheiros do Marselha se preparavam para entrar.
Claro que voltaram atrás assustados e me perguntado: “O que era aquilo?”.
Aquilo respondi eu, é o INFERNO DA LUZ. Aí todos me começaram a me dizer para ser eu o primeiro a avançar, subi as escadas, entrei no relvado, não fui mal recebido e quando olhei para trás, estava sózinho. Espreitando, àsaida da escadaria estavam alguns dos meus companheiros do marselha, ainda com um olhar de medo e só nessa altura começaram a entrar.
No regresso às cabinas, perguntei a Papin: “Já sabes agora o que é um estádio cheio e um grande ambiente?”
A resposta, nunca mais a esqueci: “Mozer, nunca vi uma coisa destas. Tudo isto é incrível. Sempre tiveste razão, o Benfica é ENORME!”
Naquela noite, o Marselha perdeu, fiquei triste mas senti orgulho pelo Benfica. E já agora, naquele balneário, fui o único a ter uma vitória.
Foi uma vitória moral, sobre aqueles que não acreditavam na grandeza do Benfica.”
José Carlos Mozer.
domingo, dezembro 04, 2011
quarta-feira, novembro 23, 2011
segunda-feira, novembro 14, 2011
sábado, novembro 12, 2011
quarta-feira, novembro 09, 2011
A mais recente descoberta..
Após um tempinho sem falar de música propriamente dita, eis que aproveitei a tarde de sábado passado - depois de uma manhã passada o Técnico para fazer um teste - para procurar uma sonoridade que me agradasse e não conhecesse. Fui ao meu Last.fm (http://www.lastfm.pt/user/PedrovskyCMPT) e fui ver as recomendações que o site tinha para mim. Deparei-me com várias bandas consideradas parecidas com as que estão presentes nas minhas playlist´s, e então surgiram os Local Natives. Uma música agradável para relaxar, nem muito calma nem muito agitada, gostei à primeira e nos últimos dias tem sido a minha playlist diária juntamente com Bon Iver e Real Estate. Aqui fica até agora a minha preferida:
sábado, novembro 05, 2011
domingo, outubro 16, 2011
sexta-feira, outubro 14, 2011
quinta-feira, outubro 06, 2011
terça-feira, agosto 16, 2011
domingo, junho 26, 2011
Mística do Benfica
Contra o Benfica, todos valem, ou fazem por valer, o dobro daquilo que efectivamente valem. É uma guerra santa.
- A mística do Benfica é apenas um mito?
- Só quem está lá dentro do Benfica é que pode saber o que é a mística.Eu, antes,já tinha ouvido falar na mística. Mas encolhia os ombros. Não sabia o que era. Francamente, até pensava que não fosse nada, que não passasse de uma simples e vã palavra. Agora, porém, que a conheci, senti e vivi, afirmo-lhe que ela existe.Não há nenhum clube do Mundo que possua mística igual à do Benfica. E é este, afinal, um dos grandes segredos dos seus êxitos e da sua força.
- Não está a exagerar?
- Não. Tentarei explicar algumas das suas manifestações exteriores mais palpáveis. Veja, por exemplo, a sua massa associativa. Chove? Está frio? Faz calor? Que importa? Nem que o jogo seja no fim do Mundo, entreas neves da serra ou no meio das chamas do Inferno, por terra, por mar ou pelo ar, eles aí vão, os-adeptos do Benfica, atrás da sua equipa.Grande, incomparável, extraordinária massa associativa!
- E os jogadores sentem esse clima?
- Nunca encontrei jogadores que sentissem tanto a camisola como os do Benfica. Mesmo que não sejam tecnicamente famosos, tornam-se futebolistas assombrosos e temíveis.É a mística do Benfica, compreende?
Bella Gutman.
quinta-feira, junho 16, 2011
Tought of the day..
“Remember the two benefits of failure. First, if you do fail, you learn what doesn't work; and second, the failure gives you the opportunity to try a new approach.”
Roger Von Oech.
segunda-feira, junho 13, 2011
Fernando Pessoa
Num dia em que se comemoram 123 anos após o nascimento de Fernando Pessoa, em que até o Google alterou o seu logo, deixo eu também aqui a minha homenagem a este fantástico poeta e escritor.
Isto
Dizem que finjo ou minto
Tudo que escrevo. Não.
Eu simplesmente sinto
Com a imaginação.
Não uso o coração.
Tudo o que sonho ou passo,
O que me falha ou finda,
É como que um terraço
Sobre outra coisa ainda.
Essa coisa é que é linda.
Por isso escrevo em meio
Do que não está de pé,
Livre do meu enleio,
Sério do que não é.
Sentir? Sinta quem lê!
Fernando Pessoa
O que há em mim é sobretudo cansaço
O que há em mim é sobretudo cansaço
Não disto nem daquilo,
Nem sequer de tudo ou de nada:
Cansaço assim mesmo, ele mesmo,
Cansaço.
A subtileza das sensações inúteis,
As paixões violentas por coisa nenhuma,
Os amores intensos por o suposto alguém.
Essas coisas todas -
Essas e o que faz falta nelas eternamente -;
Tudo isso faz um cansaço,
Este cansaço,
Cansaço.
Há sem dúvida quem ame o infinito,
Há sem dúvida quem deseje o impossível,
Há sem dúvida quem não queira nada -
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque eu quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...
E o resultado?
Para eles a vida vivida ou sonhada,
Para eles o sonho sonhado ou vivido,
Para eles a média entre tudo e nada, isto é, isto...
Para mim só um grande, um profundo,
E, ah com que felicidade infecundo, cansaço,
Um supremíssimo cansaço.
Íssimo, íssimo. íssimo,
Cansaço...
Álvaro de Campos
Para ser grande, sê inteiro
Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive
Ricardo Reis
Se, depois de eu morrer...
Se, depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia,
Não há nada mais simples.
Tem só duas datas --- a da minha nascença e a da minha morte.
Entre uma e outra todos os dias são meus.
Sou fácil de definir.
Vi como um danado.
Amei as coisas sem setimentalidade nenhuma.
Nunca tive um desejo que não pudesse realizar, porque nunca ceguei.
Mesmo ouvir nunca foi para mim senão um acompanhamento de ver.
Compreendi que as coisas são reais e todas diferentes umas das outras;
Compreendi isto com os olhos, nunca com o pensamento.
Compreender isto com o pensamento seria achá-las todas iguais.
Um dia deu-me o sono como a qualquer criança.
Fechei os olhos e dormi.
Além disso fui o único poeta da Natureza.
Alberto Caeiro
Isto
Dizem que finjo ou minto
Tudo que escrevo. Não.
Eu simplesmente sinto
Com a imaginação.
Não uso o coração.
Tudo o que sonho ou passo,
O que me falha ou finda,
É como que um terraço
Sobre outra coisa ainda.
Essa coisa é que é linda.
Por isso escrevo em meio
Do que não está de pé,
Livre do meu enleio,
Sério do que não é.
Sentir? Sinta quem lê!
Fernando Pessoa
O que há em mim é sobretudo cansaço
O que há em mim é sobretudo cansaço
Não disto nem daquilo,
Nem sequer de tudo ou de nada:
Cansaço assim mesmo, ele mesmo,
Cansaço.
A subtileza das sensações inúteis,
As paixões violentas por coisa nenhuma,
Os amores intensos por o suposto alguém.
Essas coisas todas -
Essas e o que faz falta nelas eternamente -;
Tudo isso faz um cansaço,
Este cansaço,
Cansaço.
Há sem dúvida quem ame o infinito,
Há sem dúvida quem deseje o impossível,
Há sem dúvida quem não queira nada -
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque eu quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...
E o resultado?
Para eles a vida vivida ou sonhada,
Para eles o sonho sonhado ou vivido,
Para eles a média entre tudo e nada, isto é, isto...
Para mim só um grande, um profundo,
E, ah com que felicidade infecundo, cansaço,
Um supremíssimo cansaço.
Íssimo, íssimo. íssimo,
Cansaço...
Álvaro de Campos
Para ser grande, sê inteiro
Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive
Ricardo Reis
Se, depois de eu morrer...
Se, depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia,
Não há nada mais simples.
Tem só duas datas --- a da minha nascença e a da minha morte.
Entre uma e outra todos os dias são meus.
Sou fácil de definir.
Vi como um danado.
Amei as coisas sem setimentalidade nenhuma.
Nunca tive um desejo que não pudesse realizar, porque nunca ceguei.
Mesmo ouvir nunca foi para mim senão um acompanhamento de ver.
Compreendi que as coisas são reais e todas diferentes umas das outras;
Compreendi isto com os olhos, nunca com o pensamento.
Compreender isto com o pensamento seria achá-las todas iguais.
Um dia deu-me o sono como a qualquer criança.
Fechei os olhos e dormi.
Além disso fui o único poeta da Natureza.
Alberto Caeiro
sexta-feira, maio 20, 2011
sábado, maio 14, 2011
quarta-feira, maio 11, 2011
terça-feira, abril 26, 2011
Rumours were true!
Today the rumours come true! Hugh Laurie, the Doctor House himself will edit a blues album. You can already hear some songs on youtube, but I got all the songs of the debut album of one of my favourites actors. Check it out! ;)
sexta-feira, abril 15, 2011
sexta-feira, abril 08, 2011
quinta-feira, abril 07, 2011
quarta-feira, abril 06, 2011
terça-feira, abril 05, 2011
segunda-feira, abril 04, 2011
domingo, abril 03, 2011
sábado, abril 02, 2011
sexta-feira, abril 01, 2011
quinta-feira, março 31, 2011
quarta-feira, março 30, 2011
terça-feira, março 29, 2011
segunda-feira, março 28, 2011
The 30-Day Song Challenge
Day 18 – A song that you wish you heard on the radio
sábado, março 26, 2011
sexta-feira, março 25, 2011
quinta-feira, março 24, 2011
quarta-feira, março 23, 2011
The 30-Day Song Challenge
Day 13 - A song that is a guilty pleasure
Yesterday I couldn't get some time to post so today I'll post the song from yesterday and from today. ;)
Day 14 - A song that no one would expect you to love
Yesterday I couldn't get some time to post so today I'll post the song from yesterday and from today. ;)
Day 14 - A song that no one would expect you to love
segunda-feira, março 21, 2011
domingo, março 20, 2011
The 30-Day Song Challenge
Day 11 - A song from your favorite band
I don't really got a favorite band, so I let you all with one of my favorite songs! :)
I don't really got a favorite band, so I let you all with one of my favorite songs! :)
sábado, março 19, 2011
sexta-feira, março 18, 2011
quinta-feira, março 17, 2011
quarta-feira, março 16, 2011
terça-feira, março 15, 2011
segunda-feira, março 14, 2011
domingo, março 13, 2011
sábado, março 12, 2011
sexta-feira, março 11, 2011
The 30-Day Song Challenge
The idea is to share a little bit about yourself by choosing one song a day, for 30 days. Introspection is required, but it sounds like fun. Looking at the list, I can tell that some songs will be easy to choose, while others will require a little bit of thought.
Let the sharing begin!
Day 01 - Your Favorite Song
Let the sharing begin!
Day 01 - Your Favorite Song
domingo, fevereiro 13, 2011
Jorge Jesus Facts:
- No Football Manager há várias opções para o tamanho da base de dados: Pequena, Média, Grande e Jorge Jesus.
- O Jorge Jesus sabe quem é o pai da criança.
- O Jorge Jesus tem uma solução para o conflito israelo-palestiniano. O 4-1-3-2.
- O Jorge Jesus vence o Triatlo só a nadar.
- Os Beatles decidiram dar um concerto de homenagem ao Jorge Jesus. Os quatro.
- O Jorge Jesus sabe quem é o pai da criança.
- O Jorge Jesus tem uma solução para o conflito israelo-palestiniano. O 4-1-3-2.
- O Jorge Jesus vence o Triatlo só a nadar.
- Os Beatles decidiram dar um concerto de homenagem ao Jorge Jesus. Os quatro.
terça-feira, fevereiro 08, 2011
terça-feira, janeiro 18, 2011
sábado, janeiro 15, 2011
Falta-me algo..
Quero escrever, estou a sentir falta de o fazer. Mas falta aquele assunto ou tema que tome controlo dos meus dedos enquanto estes carregam nas teclas do portátil. Falta-me algo para escrever, uma motivação, um simples assunto --" E ainda por cima tenho de estudar, bah.
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